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Trump ajuda descontar os futuros dos grãos

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    Giovanni Lorenzon
  • há 2 dias
  • 1 min de leitura
Mercado aguarda tarifas de Trump e pode capturar risco dos EUA
Mercado aguarda tarifas de Trump e pode capturar risco dos EUA

Infomercadosbr, por Giovanni Lorenzon


O movimento de Chicago desconfia se a administração Trump possa sobretaxar a China novamente, agora num leque mais amplo de produtos, que faça Pequim aumentar as tarifas sobre a soja, milho e trigo.


Em março, essas commodities foram elevadas, respectivamente, em 10% e 15%, quando o presidente dos Estados Unidos anunciou as primeiras cobranças extras ao país asiático.


Também para outros compradores dos grãos americanos, como União Europeia, Canadá e México paira a incerteza sobre se o alcance geral das tarifas recíprocas, no “Dia da Libertação”, vai suscitar respostas recíprocas sobre os cereais.


Por aqui, situação e oposição se uniram no Congresso para autorizar o presidente Lula a retaliar reciprocamente qualquer parceiro comercial que sobretaxe os produtos brasileiros. O Brasil, como se sabe, é primário exportador.


Ainda que o custo de retaliações de todos esses mercados representem riscos às suas necessidades, o grau de incertezas dos traders fazem recuar as cotações, mesmo que se queira chamar de realização de lucros.


Caso da soja sobre a segunda-feira, cujos dois dígitos de transbordamento vieram pelo óleo de olho na possibilidade de aumento da mistura nos EUA. Pelo lado do mercado financeiro, a fuga de recursos também deve se refletir nas commodities.


Cotações em Chicago pela manhã:


soja maio (ZSK25) US$ 10,26, menos 8 cents


milho maio (ZCK25) US$ 4,56, menos 5,25 cents


trigo maio (ZWK25) US$ 5,36, menos 4 cents

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